O novo decreto (nº 040/2020) do prefeito de Livramento de Nossa Senhora, Bahia, Ricardinho Ribeiro, com medidas preventivas contra o Covid-19, válidas por 12 dias, deixou de fora a urgente necessidade de fiscalização do transporte clandestino e de colocação de barreiras sanitárias nas entradas da cidade.
Não cumpriu o que anunciou na rádio, que iria incluir regra específica para apreensão de veículos que circularem irregularmente. Desconsiderou que o vírus chegou à cidade por um motorista de caminhão, que não foi fiscalizado, vindo de dois centros da doença: Curitiba e São Paulo. O novo decreto nada diz sobre as escolas. Manteve suspenso o atendimento presencial em restaurantes, bares, lanchonetes, casas noturnas, clubes, associações recreativas, locais de eventos, hotéis e hospedarias para pessoas vindas do exterior ou municípios com casos da Covid-19.
O resto foi liberado, incluindo o comércio, mas com exigências de higienização e sem aglomeração. Na verdade, isso promove a volta da circulação normal de pessoas, justamente após o vírus chegar à cidade, o que põe em risco o resultado pretendido com o fechamento dos demais setores.
Nos últimos dias, a Vigilância Sanitária monitora mais de 200 pessoas, em quarentena de 14 dias, sendo menos de 20 com sintomas gripais e as demais vindas de áreas de risco. Até agora, só um caso confirmado. Fonte: Mandacaru da Serra / Raimundo Marinho.

Imagem produzida pela Ascom

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